Mini Índice - Por que Investir?


Este artigo foi construído em parceria com Fábio Santos – Blog Meu Day Trade.


É crescente o número de pessoas que se interessam pelo mercado financeiro. Diante disso, alguns nomes começam a ser apresentados aos novos investidores. Dentre eles, o Mini Índice é sem dúvida um dos mais populares.


E aí surgem as dúvidas. Tais como: O que é Mini Índice? Como funciona? Como ganhar dinheiro com ele?


Esse artigo visa sanar essas e muitas outras dúvidas a respeito desse ativo. Ou seja, oferecer ao leitor todo o embasamento de que precisa para poder participar do mercado de Mini Índice.


Mini Índice – O que é? 


Ante de iniciarmos nosso estudo sobre esse ativo, algumas informações preliminares precisam ser destacadas. Uma vez que existem muitos outros fatores a serem observados.


Sendo assim, apresentarei alguns conceitos básicos a respeito do mercado financeiro brasileiro para então seguirmos.


Ibovespa


Para entendermos o Mini Índice, primeiro temos que falar sobre o Índice Bovespa (IBOVESPA/IBOV). Pois, é esse índice que norteia todo mercado financeiro brasileiro.


Tal índice é uma carteira teórica de ações. Ou seja, ele mede a valorização e desvalorização de um conjunto de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3 (antiga Bovespa). Sendo assim, merece toda a nossa atenção.


Em resumo, é a variação média das ações dos principais papéis da nossa principal bolsa de valores. Portanto, variações no preços de ações de empresas importantes podem “balançar” o IBOV.


Sendo assim, o Índice Bovespa é uma espécie de termômetro do mercado financeiro brasileiro. Dessa maneira, se a maioria das ações que o compõe sobem, o IBOV vai  acompanhar essa subida.


Clique aqui para consultar quais são as ações que compões o IBOV atualmente.


O IBOV em si não pode ser negociado. Porém, temos uma maneira de aproveitarmos a oscilação desse índice para lucrarmos. E para isso utilizamos os contratos de Índice Futuro.

Índice Futuro


Índice Futuro é um contrato que tem como base a oscilação do IBOV, é uma derivação do mesmo. Por esse motivo, é chamado de derivativo.


Podemos realizar operações de compra e venda desses derivativos da mesma maneira que fazemos com as ações ou dólar. Porém, existem algumas diferenças.


O que o difere das ações é o fato de possuir vencimentos que ocorrem em datas futuras, daí o nome “Índice Futuro”.


Além disso, as negociações desses contratos são realizadas em mercado específico, diferente do mercado de ações (BOVESPA). Tal mercado é denominado Mercado Futuro (antiga BM&F).


Parece complicado não é? Vários mercados cada qual com um nome diferente. Mas fique tranquilo, vamos viajar um pouco na história para esclarecermos alguns pontos.


BOVESPA e BM&F eram empresas distintas até o ano de 2008. Porém, houve uma fusão entre elas. E foi criada a BM&FBOVESPA.


Já em 2017 houve a fusão da BM&FBOVESPA com a CETIP (Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos). Ou seja, 3 empresas distintas que agora se tornaram uma só.


Surgiu então a  B3 (Bolsa, Brasil, Balcão) maior bolsa de valores do Brasil e uma das maiores do mundo. Cuja sede está sediada na cidade de São Paulo – SP.



Pois bem, resumindo o que já foi apresentado temos:


BOVESPA – Nome antigo da nossa maior bolsa de valores. Nela são negociadas as ações das empresas com capital aberto e atualmente se chama B3.


IBOVESPA – É o índice que mede a oscilação das principais ações da BOVESPA. Ou seja, é o termômetro do mercado financeiro brasileiro. Porém, esse índice não pode ser negociado.


ÍNDICE FUTURO – Ativo derivado do Ibovespa, são contratos com vencimento futuro. Contudo, podem ser negociados em um mercado específico: o mercado futuro. Que por sua vez é controlado também pela B3.


Surgimento do Índice Futuro e do Mini Índice


O Índice Futuro surgiu nos anos 80, ainda no tempo do mercado viva voz. Porém,  devido ao seu valor elevado, somente grandes investidores participavam das negociações desse ativo.


Sendo assim, era considerado um mercado para poucos. Mas isso começou a mudar na medida com que os anos foram se passando.


Foi então que, para alcançar um número maior de participantes (médios e pequenos investidores), surge no ano de 2004 o Mini Índice, já no mercado eletrônico. Nesse ponto, o mercado começou crescer de maneira acelerada.


Novos investidores e Traders se interessaram pela bolsa de valores. Diante disso, o número de CPFs cadastrados na B3 aumenta ano após ano. Ou seja, a bolsa entrou em um processo de “popularização”.


A partir daí, o Índice Futuro passou a ser chamado de Índice Cheio. Por sua vez, o Mini Índice manteve seu nome original. Ou seja, são dois ativos distintos.


Valor do Mini Índice


Convencionou-se que 1 contrato de Mini índice (mini contrato) equivale a 1/5 do contrato padrão de Índice Cheio.


Diante disso, se tornaram ativos autônomos. Porém, possuem algumas características diferentes. Que serão abordadas em seguida.


Ante o exposto, agora sabemos que existem dois tipos de ativos que derivam do IBOVESPA. São eles: Índice Futuro, também chamado de Índice Cheio, cujo código é IND e o Mini Índice, cujo o código é WIN.


Diferenças entre Mini Índice Futuro e Índice Futuro (Índice Cheio)


Veja quais são diferenças entre o contrato de Índice Cheio e do Mini Índice.


Diante da tabela ao lado, fica evidente que o IND é muito maior que o WIN, o lote mínimo para se operar o Índice Cheio é de 5 contratos (padrão). Ou seja, é uma diferença é considerável.


Nesse sentido, como o contrato padrão equivale a 5 mini contratos, conclui-se que o lote mínimo do IND é 25 vezes maior do que o lote mínimo do WIN. Por esse motivo, o IND não é recomendado para Traders iniciantes.


Índice Cheio ou Mini Índice, qual operar?


Apesar de ter surgido posteriormente, o WIN ainda me parece a melhor opção para realizarmos nossas operações. Nesse sentido, abordarei algumas características desses dois ativos. E então, você poderá tirar suas próprias conclusões.


Principais vantagens de operar o Mini Índice


Margem de garantia reduzida


A margem de garantia exigida para operamos os mini contratos é bem reduzida. Ou seja, o WIN é mais acessível.


Atualmente varia entre R$ 15,00 e R$ 50,00, depende da corretora.


Sendo assim, com pouco dinheiro já é possível participar do mercado de WIN e obter resultados excelentes. Entretanto, é necessária muita dedicação para conseguirmos tais resultados.


Já no Índice Cheio, precisamos de margens maiores para participar. Diante disso, conclui-se que ainda é um mercado para a minoria dos Traders.


Aliada a margem baixa, a alta alavancagem atrai muitas pessoas para o Mini Índice. Entretanto, a alavancagem deve ser utilizada com cautela, como veremos adiante.


Alavancagem


Atualmente, 1 contrato de Mini Índice tem o valor financeiro de aproximadamente R$ 20.000,00. Mas, como chegamos a esse valor?


Simples. Tomamos como base o valor da cotação atual do WIN, que está na faixa de 100.000 pontos.


No WIN, cada ponto vale R$ 0,20 (vinte centavos). Sendo assim: 100.000 x 0,20 = 20.000,00. Porém, não precisamos de todo esse valor para operarmos 1 mini contrato.


O que nos é exigido é somente a margem de garantia, que como já foi abordado acima gira em torno de R$ 50,00 atualmente.


É justamente isso que chamamos de alavancagem, precisamos de pouco dinheiro para operamos valores bem maiores. No exemplo acima, precisamos de R$ 50,00 para movimentarmos R$ 20.000,00.


Nesse sentido, esse alta alavancagem atrai milhares de participantes para o Mini Índice. Ou seja, faz com que o ativo tenha enorme liquidez.


Liquidez


Aqui está a principal vantagem em se operar o Mini Índice ao invés do Índice Cheio.


O Mini Índice tem uma altíssima liquidez. Pois no WIN, é grande a quantidade de participantes com a intenção de realizar operações.


Além disso, no Mini Índice temos também vários outros participantes que efetivamente realizam operações de compra e venda em vários níveis de preço. Diante disso, o WIN se mostra a melhor opção.


A liquidez é outro fator importante do Mini Índice pois também nos permite automatizar operações de day-trade usando Robôs de Investimento. Os Robôs Trader, como também são chamados, utilizam algoritmos imbuídos de estratégias vencedoras de investimento para operar na Bolsa enquanto o Trader em si não tem tempo ou conhecimento para fazer ele próprio seus trades.


A alta liquidez permite que o trader automatize seus investimentos sem medo de que as estratégias não serão praticadas por falta de contraparte na negociação.


Vejamos graficamente o que difere o Índice Cheio do Mini Índice quando se trata de liquidez. Ou seja, é uma prova visual dessa diferença.



Observem que são ativos diferentes. Porém, fazem o mesmo movimento, andam sincronizados, oscilam da mesma maneira. Ou seja, são correlacionados.


Gaps


Entretanto, como ilustra a figura, o gráfico do Índice Cheio está repleto de “buracos”, que chamados de Gaps. Por sua vez, esses Gaps nos mostram que em alguns níveis de preço não existiu negociações.


Já no Mini Índice isso raramente acontece. Uma vez que, em todos os níveis de preço, temos participantes querendo comprar ou vender.


Ou seja, efetivamente movimentando o mercado. Por esse motivo, Gaps no intraday do Mini Índice são raros. Porém, não significa não nunca acontecem. Entretanto, não afeta a nosso desempenho no longo prazo.


Falta de lotes


Os gaps existentes no Índice Cheio prejudicam a performance do Trader. Exemplificando: Imagine que estamos com uma operação em andamento e temos que stopar a posição em determinado ponto.


Porém, corremos o risco de não temos contraparte nesse ponto. Ou seja, podemos acabar saindo da operação com um prejuízo maior que o planejado. Sendo assim, devemos ter a máxima cautela ao escolher qual ativo operar.


A pouca liquidez faz com não tenhamos possibilidades de entrarmos e sairmos das operações em qualquer ponto. Pois não são em todos os pontos que existem participantes interessados em realizar negócios.


Em 1 operação isso já faz diferença, agora imagine em várias operações, em vários dias, meses etc. Assim sendo, o Mini Índice se mostra a opção mais viável.


Tarifas e custos baixos


Os custos e tarifas também são outras vantagens que temos nos mini contratos. Pois são mais baixos se comparados aos demais ativos.


Entretanto, não quer dizer que não se possa lucrar em ativos diferentes do WIN.


Em ativos como ações e os outros do próprio mercado futuro os custos são maiores. Além disso, a corretagem também é outro atrativo. Pois quanto menos custo tivermos, mais chances temos de sairmos com lucro.


Atualmente existem corretoras que não cobram taxa de corretagens em operações no Mini Índice. Diante disso, operar esse mini contrato se torna ainda mais vantajoso.


Cuidado com os custos


Saber o impacto dos custos sobre os nossos ganhos é fundamental. Uma vez que, no longo prazo, custos demasiados fazem uma enorme diferença.


Sendo assim, devemos nos manter informados sobre os custos do day trade, para podermos controlar melhor o nosso desempenho.


Planilha Day Trade Anual faz todo esse controle, armazena os valores dos custos e dá ao Trader as informações exatas sobre seus custos no day trade. Ou seja, é uma ferramenta completa.


Vencimento dos contratos de Mini Índice


Como já citado, os contratos de Mini Índice tem vencimentos futuros. Cuja a nomenclatura de cada contrato é feita da seguinte maneira:


Código do ativo (WIN) + letra correspondente ao mês de vencimento + ano de vencimento do contrato (dois últimos números)


Abaixo temos a tabela com as letras correspondentes a cada mês do ano:


Sendo assim, o contrato cujo vencimento é em 15/08/2016 é representado pelo código WINQ16. Já o que vence próximo ao dia 15/10/2019 tem o código WINV19.


Inclusive, WINV19 é o código atual do Mini Índice na data que escrevemos este artigo. Ou seja, é o que tem maior liquidez na presente data.


Como funciona o Mini Índice na prática?


O Mini Índice, assim como qualquer outro ativo, se movimenta de acordo com as negociações realizadas pelos participantes desse mercado. Ou seja, sobe e desce de acordo com o “apetite” dos players.


Ao contrário das ações que se movimentam em centavos de Real, o Mini Índice se movimenta em pontos.


Porém, a maneira de operar é semelhante. Entretanto, algumas características são próprias de cada ativo.


Se temos mais compradores no mercado de Mini Índice, o valor dele em pontos vai subir. Porém, se tivermos mais vendedores, vai cair. Ou seja, é a lei da oferta e demanda que reina também no mercado financeiro.


Diante disso, procuramos entrar a favor dos movimentos. Para isso, usamos técnicas e estratégias variadas e tentarmos “surfar” nas oscilações do Mini Índice. Ou seja, ganhar dinheiro.


Em resumo, usamos essas oscilações para realizar nossas operações e obter lucro. Com muita dedicação, estudo e prática conseguimos aproveitar esses movimentos e realizar operações vencedoras.


Como operar usando Robôs de Investimento


Ainda após estudar a fundo o assunto, ainda existem muitas pessoas que não têm tempo ou confiança para entrar de cabeça e operar grandes quantidades deste ativo.


Uma importante saída são os Robôs Trader.


Os Robôs de Investimento podem te auxiliar a automatizar 100% de suas operações ou apenas parte dela. Eles ajudam na gestão de risco, por nunca fecharem uma operação baseado no medo ou ansiedade, e costumam apresentar uma taxa de acerto maior ao serem comparados com traders iniciantes.


Para entender exatamente como funcionam os Robôs Trader na prática e de forma gratuita, você pode criar uma carteira de Robôs de Investimento gratuita através da plataforma da Be On Invest e verificar se este estilo de operação é o que mais te agrada.


Considerações finais


Diante do exposto, não é de se espantar o crescente número de pessoas interessadas em operar o Mini Índice.


Isso se dá pelo fácil acesso, custos baixos e muita liquidez.


Sendo assim, tais características fizeram do Mini Índice um dos ativos mais populares do mercado financeiro brasileiro.


Ou seja, vale muito a pena aprofundarmos nos estudos desse mini contrato.


E você, opera ou já operou esse ativo? Quais são as suas impressões? Tem tido bons resultados? Espero poder contribuir para a melhoria de seu desempenho como Trader nesse querido ativo chamado Mini Índice.


Dúvidas, entre em contato ou deixe seu comentário.


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Este artigo foi construído em parceria com Fábio Santos – Blog Meu Day Trade.

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